Política

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sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Aécio lidera com nove pontos de vantagem sobre Dilma

Pesquisa ISTOÉ/Sensus mostra que o candidato do PSDB chega à reta final da campanha com 54,6% das intenções de voto, enquanto a petista soma 45,4% 
 

Pesquisa ISTOÉ/Sensus realizada a partir da terça-feira 21 reafirma a liderança de Aécio Neves (PSDB) sobre a petista Dilma Rousseff nos últimos dias da disputa pela sucessão presidencial. Segundo o levantamento que entrevistou 2 mil eleitores de 24 Estados, o tucano soma 54,6% dos votos válidos, contra 45,4% obtidos pela presidenta Dilma Rousseff. Uma diferença de 9,2 pontos percentuais, o que equivale a aproximadamente 12,8 milhões de votos. A pesquisa também constatou que a dois dias das eleições 11,9% do eleitorado ainda não decidiu em quem votar. “Como no primeiro turno, deverá haver uma grande movimentação do eleitor no próprio dia da votação”, afirma Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus. Se for considerado o número total de votos, a pesquisa indica que Aécio conta com o apoio de 48,1% do eleitorado e a candidata do PT 40%.

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Aécio Neves seria eleito presidente do Brasil se a eleição fosse hoje, afirma Sensus
 
De acordo com Guedes, a pesquisa realizada em cinco regiões do País e em 136 municípios  revela que o índice de rejeição à candidatura de Dilma Rousseff se mantém bastante elevado para quem disputa. 44,2% dos eleitores afirmaram que não votariam na presidenta de forma alguma. A rejeição contra o tucano Aécio Neves é de 33,7%. Segundo o diretor do Sensus, a taxa de rejeição pode indicar a capacidade de crescimento de cada um dos candidatos. Quanto maior a rejeição, menor a possibilidade de crescimento. Outro indicador apurado pela pesquisa Istoé/Sensus diz respeito á votação espontânea, quando nenhum nome é apresentado para o entrevistado. Nessa situação, Aécio também está à frente de Dilma, embora a petista esteja ocupando a Presidência da República desde janeiro de 2011. O tucano é citado espontaneamente por 47,8% dos eleitores e a petista por 39,4%. 0,2% citaram outros nomes e 12,8% disseram estar indecisos ou dispostos a votar em branco.
 
Para conquistar os indecisos as duas campanhas apostam as últimas fichas nos principais colégios eleitorais do País: São Paulo, Minas e Rio de Janeiro. O objetivo do PSDB e ampliar a vantagem obtida em São Paulo no primeiro turno e procurar virar o jogo em Minas e no Rio. Em São Paulo, Aécio intensificou a campanha de rua, com a participação constante do governador reeleito, Geraldo Alckmin, e do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. De acordo com as pesquisas realizadas pelo comando da campanha de Aécio, em Minas o tucano já estaria na frente de Dilma e a vantagem veio aumentando dia a dia na última semana. Processo semelhante ocorreu em Pernambuco, depois de Aécio receber o apoio explícito da família de Eduardo Campos e do governador eleito, Paulo Câmara. Os mesmos levantamentos indicam que no Rio de Janeiro a candidatura do senador mineiro vem crescendo, mas ainda não ultrapassou a presidenta. Para reverter esse quadro, Aécio aposta no apoio de lideranças locais, basicamente de Romário, senador eleito pelo PSB, que deverá acompanhá-lo nos últimos atos de campanha. Para consolidar a liderança, Aécio tem usado os últimos programas no horário eleitoral gratuito para apresentar-se ao eleitor como o candidato da mudança contra o PT. Isso porque, as pesquisas internas mostram a maior parte do eleitor brasileiro se manifesta com o desejo de tirar o partido do governo.
 
No comando petista, embora não haja um consenso sobre qual a melhor opção a ser colocada em prática nos dois últimos dias de campanha, a ordem inicial é a de continuar a apostar na estratégia de desconstrução do adversário. Nas duas últimas semanas, o que se constatou é que, ao invés de usar parlamentares eleitos para esse tipo de ação – como costumava fazer o partido em eleições passadas os petistas escalaram suas principais lideranças para a missão, inclusive o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a própria candidata. Os petistas apostam no problema da falta d’água para tirar votos de Aécio em São Paulo e numa maior presença de Dilma em Minas para procurar se manter á frente do tucano no Estado.   
 
 
PESQUISA ISTOÉ/Sensus
 
Fonte: Realização – Sensus - Registro na Justiça Eleitoral – BR-01166/2014 - Entrevistas – 2.000, em cinco regiões, 24 estados e 136 municípios do País - Metodologia – Cotas para sexo, idade, escolaridade, renda e urbano e rural - Campo – De 21 a 24 de outubro - Margem de erro - +/- 2,2% - Confiança – 95%

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Gastos estratosféricos 'Partido dos Trabalhadores'

Em tempos de Petrolão e delatores apontando o Partido dos Trabalhadores como beneficiário de esquema de desvio de dinheiro da Petrobras, pegou mal para o PT o aumento do já alto teto de gasto da campanha da presidente Dilma Rousseff.

O PT aumentou R$ 40 milhões a previsão de gastos da campanha que já era de R$ 298 milhões para R$ 338 milhões. Mesmo sendo uma manobra contábil, os números assustam os eleitores que não sabem que o valor também engloba gastos com material produzidos por candidatos a governador que estamparam a imagem da presidente em seus panfletos.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Poupando a fala 'Lula'

O ex-presidente Lula esteve semana passada com uma junta médica em São Paulo avaliando o estado de saúde e ouviu das autoridades no assunto que é necessário o descanso das cordas vocais.

O ex-presidente está preocupado em ficar afônico na reta final e desabafa com a cúpula petista que se isso acontecer será uma tragédia para Dilma.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

PT na berlinda 'Gleise Hoffman & André Vargas'

O deputado federal André Vargas vem conseguindo terminar o mandato e se esquivando da cassação. Abandonado pelo Partido dos Trabalhadores pela sua ligação com o doleiro preso na operação Lava Jato da Polícia Federal, Alberto Yousseff, Vargas assiste tenso dia após dia a divulgação das delações que vem colocando o PT na berlinda.

Agora que apareceu R$ 1 milhão em doação para ex-ministra e senadora petista, Gleise Hoffman, a CPI vai buscar no depoimento de Meire Poza a declaração de que fez um repasse de R$ 1 milhão para André Vargas, segundo os depoimentos na Justiça os delatores revelam o repasse para Gleise, mas indicam outra pessoa como preposta. A suspeita paira sobre André Vargas.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Caixa de Pandora: Luiz Fux, ministro do STF, nega liminar a Geraldo Naves

Ex-deputado pedia para deslocar competência de julgamento no caso Caixa de Pandora

Geraldo Naves e a ex-distrital Eurides Brito, cassada

O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou liminar no Habeas Corpus (HC) 123784, impetrado pela defesa do jornalista e ex-deputado distrital Geraldo Naves Filho, em que pede a declaração da competência da Justiça Federal para processar e julgar a ação penal a que responde por denúncia com base na operação Caixa de Pandora.

Naves foi denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF) pelos crimes de corrupção de testemunha na forma qualificada (artigo 343, parágrafo único, do Código Penal) em concurso material com o delito de falsidade ideológica (artigo 299 do mesmo código), juntamente com o ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda e mais quatro corréus. A ação contra Naves tramita na 7ª Vara Criminal de Brasília (DF), após remessa dos autos determinada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).

No HC ao Supremo, a defesa alega que a competência da Justiça Federal se justificaria pelo fato de que o delito denunciado teria sido supostamente praticado no curso do inquérito policial federal – Polícia Judiciária da União – que subsidiou o Inquérito 650 (posteriormente convertido na Ação Penal 707), quando tal procedimento ainda tramitava no STJ.

Em sua decisão, o ministro Fux salienta que a Constituição Federal (artigo 105) estabelece que, no conflito jurisdicional entre a Justiça Federal e estadual, no caso, distrital, o Superior Tribunal de Justiça é o órgão competente para decidir a questão. No caso dos autos, o STJ definiu o conflito de competência entre Justiça Federal e distrital, entendendo pela competência desta última.

O ministro registrou que o acórdão do STJ foi publicado em 5 de novembro de 2013, e transitou em julgado em 21 de novembro de 2013. Já na 7ª Vara Criminal de Brasília, a defesa de Naves formulou exceção de incompetência, rejeitada pelo magistrado em sentença proferida em 18 de junho de 2014, transitando em julgado em 10 de julho de 2014.

“Percebe-se, portanto, que o impetrante vale-se do habeas corpus com o intuito de desconstituir duas decisões sobre o thema decidendum, uma prolatada pelo Superior Tribunal de Justiça e outra pelo juízo da 7ª Vara Criminal do Distrito Federal, ambas transitadas em julgado. Portanto, não se verifica, prima facie, a presença do fumus boni iuris, indispensável para a concessão do pedido de liminar”, concluiu o relator.

Fonte: Portal Gama Livre / STF.

Nota de esclarecimento da FUNED: Dilma apelou de forma absurda com Aécio

A presidente afirmou que governo Aécio incluiu “vacina para cavalo” como despesa de saúde 

Está bombando nas redes sociais a acusação de Dilma contra Aécio no debate de domingo, o da Rede Record, de que seu governo em Minas Gerais incluiu vacinas para cavalo como despesas médicas.

A acusação foi indireta, mas inequívoca, por meio da leitura de uma declaração de um conselheiro do Tribunal de Contas de Minas Gerais que, como vocês verão abaixo, não tinha definitivamente a menor ideia do assunto de que tratava.

Nem vou comentar a baixaria tenebrosa da presidente. Veja a verdade sobre o caso

Basta que vocês leiam o que diz a respeito nota oficial da Fundação Ezequiel Dias (Funed), a fábrica de remédios do governo de Minas Gerais:

Nota de esclarecimento da FUNED

“Em relação à contestação da candidata do Partido dos Trabalhadores no debate realizado na Rede Record no último dia 19 de outubro, que questionou a inclusão de despesas com Vacina para Equinos como gasto em Saúde, conforme teria sido apontado por um Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais, esclarecemos que:

A Fundação Ezequiel Dias é um dos 04 (quatro) produtores nacionais de soros antitóxicos. Atualmente, toda a produção de soros do país passa em algum momento pela FUNED, através de um processo de produção compartilhada entre os laboratórios oficiais, autorizado pela ANVISA,

Para cumprir com esta importante missão, mantém uma Fazenda Experimental em Betim, onde são criados 129 equinos (número atual).

O processo de produção dos soros inicia-se na extração do veneno dos animais peçonhentos e, posterior, inoculação nos cavalos para produção de anticorpos.

Posteriormente, parte do plasma destes animais é extraído e processado, de modo a gerar o produto final (soro).

Mensalmente são produzidos 1.200 litros de plasma, possibilitando uma produção anual exclusiva da FUNED de cerca de 150.000 doses/ano.

Em função da manutenção da qualidade dos produtos, a FUNED mantém um programa profilático e vacina todos os equinos da Fazenda São Judas Tadeu com a vacina tríplice.

Esta vacina protege contra Influenza Equina, Encefalomielite Equina e Tétano. A recomendação técnica preconiza a revacinação de todo o rebanho anualmente.

Sendo assim, a vacinação em questão É ESSENCIAL para a geração de um produto de saúde, sendo portanto compreendida como gasto em saúde.

A afirmação feita pela candidata é infeliz, pois demonstra ou um uso inadequado da informação para fins eleitorais ou um desconhecimento do Sistema Nacional de Saúde, em especial de um processo tão crítico para o país, para o qual a FUNED, um laboratório de Minas Gerais, tem sido o grande parceiro estratégico do Ministério.

Cabe ressaltar que é devido a atuação da FUNED na produção compartilhada que está sendo possível a manutenção dos estoques e a garantia do sucesso do Programa Nacional de Imunização e da saúde da população brasileira.”

Fonte: Revista Veja por Ricardo Setti.

Enquadrando 'Camilo Santana'

O deputado federal Mario Feitosa está denunciando um escândalo que envolve o Secretário de Planejamento de Fortaleza, Eudoro Santana. Para proteger o filho, candidato ao Governo do Ceará, Camilo Santana, Eudoro ameaçou a médica endocrinologista Mônica Albano, que é sobrinha em terceiro grau de sua esposa, se ela falasse.

A razão dessa intimidação choca: Mônica é mãe de Letícia, filha de dois anos do candidato Camilo Santana, que o candidato do PT a governador e se recusa a assumir a paternidade da criança.

Eudoro esteve na casa dos pais de Mônica e disse que depois das eleições, Camilo resolve esse problema. E para mostrar boa vontade ofereceu uma boa quantia em dinheiro.

Mônica e seus pais rejeitaram. Disseram que querem apenas que Camilo registre Letícia após fazer o exame de DNA que ele se recusa a fazer.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Lenha na fogueira 'Dilma Rousseff & João Santana'


A presidente Dilma Rousseff sabe que mesmo reeleita não terá condições de manter o marqueteiro João Santana como o responsável por sua imagem. O confronto dele com Lula e outros caciques do PT chegou a um ponto insustentável.

Para completar, Santana entrou na rota de colisão do todo poderoso ministro da Casa Civil, Aloísio Mercadante, que não gosta da desenvoltura com que o marqueteiro toma as decisões sem consultá-lo. E quando quis medir forças, Santana com o respaldo da presidente Dilma o desmoralizou na frente de todos.

Mercadante não engoliu essa desfeita e promete ir à desforra. Ciente de suas dificuldades, Santana quer vencer essas eleições e parar sua relação com o PT.

Afinal, sabe que em 2018 não há chances dele emplacar como marqueteiro de Lula.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Depressão 'Lula'



Acendeu a luz amarela na cúpula do Partido dos Trabalhadores esta semana. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva mostrou-se deprimido, mas não se sabe se é problema de saúde ou o que chegou aos ouvidos dito pelo marqueteiro João Santana.

O comentário foi que Santana encomendou pesquisa e disse que não era a hora para o ex-presidente mergulhar na campanha da presidente Dilma Rousseff. As pesquisas indicam um desgaste de Lula que teve reflexo na campanha do ex-ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Quem pensa que o escândalo da Petrobras não alcançou Lula está enganado, pois há quem diga que a derrota de Padilha teve como principal reflexo o escândalo da Petrobras.

De acordo com a pesquisa outro escândalo que arranhou o ex-presidente foi a representante da Presidência da República em São Paulo, Rosemary Noronha, o núcleo duro petista acredita que foi a partir dai que começou o inferno astral do ex-presidente.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

FARSA DA PESQUISA DATAFOLHA - DIVULGUEM !!!!!!!!!!


Analisando os números da própria pesquisa divulgada hoje 20/10/2014 por região tem-se o seguinte :

Região Sul:

Aécio 61%
Dilma 39%

Região Sudeste:


Aécio 59%
Dilma 41%

Região Centro-Oeste:

Aécio 63%
Dilma 37%

Região Nordeste:

Aécio : 32%
Dilma : 68%

Região Norte:

Aécio : 44%
Dilma : 56%

Segundo o TSE o número de eleitores por região é:

Região sul : 20.825.700

Aécio 61% : 12.703.677
Dilma 30% : 8.122.023

Sudeste : 60.968.400

Aécio 59% : 35.971.356
Dilma 41% : 24.997.044

Centro-Oeste : 10.081.500

Aécio 63% : 6.351.345
Dilma 37% : 3.730.155

Nordeste : 38.225.100

Aécio 32%: 12.233.032
Dilma 68% : 25.993.068

Norte : 10.659.600

Aécio 44% : 4.690.224
Dilma 56% : 5.969.376

TOTAL

AÉCIO : 71.948.634 - 51,2 %
DILMA : 68.811.666 - 48,8%



Esta é a verdade ! Dados tirados da própria pesquisa !!!

Passem para todos ! Este número divulgado hoje na Globo tem um poder psicólogo muito grande ! Temos que manter o foco e aumentar o entusiasmo ! Vamos a vitória ! E viva o Brasil !!! Aécio Neves 45 - Informando e Detonando

Fonte: Facebook

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Instituto Exata: Rollemberg lidera com 44% das intenções de voto

Rollemberg continua a liderar intenções de voto no DF

Jofran Frejat aparece com 37% e indecisos somam 11%.

Duas mil pessoas foram entrevistadas entre os dias 16 e 18 de outubro. A margem de erro é de 2%, com nível de confiança de 95%.

O candidato a governador do DF Rodrigo Rollemberg (PSB) tem 44% das intenções de voto, de acordo com pesquisa do Instituto Exata Opinião Pública, que foi divulgada nesta segunda-feira (20) pelo Balanço Geral DF. Jofran Frejat (PR) aparece com 37%. A porcentagem dos indecisos é de 11% e os brancos e nulos somam 8%. 

Na avaliação apenas dos votos válidos, Rollemberg aparece com 54%. Na pesquisa anterior, de 12 de outubro, ele estava com 59%. Frejat tem agora 46% dos votos válidos, antes, somava 41%. 

O Instituto Exata também avaliou como está a preferência dos brasilienses para a eleição para presidente. Entre os votos válidos, o candidato Aécio Neves (PSDB), aparece com 63% das intenções no DF. Já Dilma Rousseff (PT) tem 37% dos votos dos brasilienses. 

Fonte: Portal R7/DF por Alessandra Dantas.

domingo, 19 de outubro de 2014

Celina Leão representa contra a professora Sandra Leite Teixeira

A deputada Celina Leão (PDT) representa contra a professora Sandra Leite Teixeira no Ministério Público, no Conselho de Educação, na Comissão de Ética da Câmara Legislativa e na Delegacia da Mulher. A decisão da parlamentar veio depois que a professora agrediu verbalmente um grupo de jovens militantes do PSDB. O episódio foi registrado em vídeo, que circula nas redes sociais. 
 
A mulher vai aos extremos contra uma jovem, branca e loira. Além de acusações contra o candidato à presidência Aécio Neves (PSDB). A professora cospe no grupo e insulta a jovem: “loirinha feia, loirinha de merda, deve ser puta. Vagabunda e puta! ”, gritava Sandra Leite Teixeira e ameaçava: “Se vier vai apanhar, xô daqui!”.
 
A educadora foi candidata a deputada distrital pelo Partido Comunista Brasileiro (PCB), na ocasião militava pela reeleição da presidente da Republica Dilma Rousseff (PT).
 
Para Celina Leão o que aconteceu foi uma afronta à democracia. “Vivemos em um país democrático, onde a liberdade de expressão é garantida. A professora mostrou sua intolerância com atitudes que devem ser banidas, como a discriminação racial, a calúnia e a afronta à liberdade de expressão. Um episódio lamentável para uma educadora, por isso vamos buscar as instâncias legais para que fatos desta natureza não voltem a acontecer”, declara a deputada.
 
 
 
Fonte: Ascom da Deputada Distrital Celina Leão por Irene Oliveira.

Evento reúne os atuais deputados distritais e os parlamentares eleitos

sábado, 18 de outubro de 2014

INCONSTITUCIONALIDADE ELEITOREIRA E INFANTILÓIDE pela Professora Denise Vargas.


O candidato ao governo do Distrito Federal, Jofran Frejat, numa medida eleitoreira e desesperada, com o fim de virar o placar das pesquisas, lançou, de última hora, uma promessa totalmente inconstitucional. Ele quer, em 1º de janeiro, POR DECRETO, POR DECRETO, POR DECRETO, tratar das tarifas de transportes públicos a R$ 1,00 (um real), vinculando-a a receita do IPVA , como fonte de custeio da nova política tarifária.

Primeiramente, quaisquer gastos públicos devem estar contidos na Lei Orçamentária Anual. Some-se a isso o fato de que as políticas tarifárias devem estar na Lei de Diretrizes Orçamentárias, e a transposição, o remanejamento ou a transferência de recursos de uma categoria de programação para outra não pode ser feita por decreto, pois exige autorização legislativa (art. 167, VI).

Ademais, nenhum investimento cuja execução ultrapasse um exercício financeiro poderá ser iniciado sem prévia inclusão no plano plurianual, ou sem lei que autorize a inclusão, sob pena de crime de responsabilidade (CF, art. 167, § 1º).

Por fim, para custear os gastos que essa tarifa reduzida demandará, o candidato, descaradamente, afirma que vai vinculá-los à receita do imposto sobre propriedade de veículos automotores (IPVA).

Portanto, inconstitucional é palavra que não representa essa proposta. Eu diria que ela representa uma 'INCONSTITUCIONALIDADE ESTELIONATÁRIA' para o povo que ignora o Direito Constitucional, e uma 'INCONSTITUCIONALIDADE INFANTILÓIDE' para quem entende um pouco de normas jurídicas.

Pense nisso!

Fonte: Professora Denise Vargas.

Eleições no DF: Confronto final

Quem são os dois candidatos que disputam a cadeira de governador e como eles pretendem lidar com grandes problemas da capital

 

Em um dia da primavera de 2013, Rodrigo Rollemberg (PSB) tomava um pingado e comia pão com manteiga enquanto conversava com o marqueteiro Hélio Doyle dentro da Praliné, na 205 Sul. Numa época em que poucos enxergavam o potencial do socialista para o governo, os dois traçavam estratégias em cima de pesquisas que indicavam a baixa rejeição ao nome do senador. Uma primavera depois, eles continuam mergulhados nas táticas de campanha. Agora, discutindo as filigranas de uma corrida que aponta o favoritismo de Rollemberg. Na noite do dia 14, Doyle quis saber por que o candidato não tinha usado o terno novo na entrevista que dera à Rede Globo. O paletó da ocasião parecia dois números acima do seu porte. Na base da brincadeira, ficou acertado que a beca nova pode ser a da posse. Segundo a última pesquisa do Ibope, Rollemberg tem 60% dos votos válidos, contra 40% de seu adversário, Jofran Frejat, do PR (confira no final da matéria ideias e propostas de ambos para algumas grandes questões de Brasília).

Diferentemente do socialista, Frejat não teve um ano para lidar com a perspectiva de se tornar governador. Aos 77 anos, sem mandato parlamentar e praticamente aposentado, vivia a rotina mais tranquila da posição de candidato a vice. Foi o impedimento jurídico do cabeça de sua chapa, José Roberto Arruda, que o alçou a protagonista 22 dias antes do primeiro turno. As mesmas pesquisas que serviram de subsídio para apontar as chances de Rollemberg também mostraram que Frejat era um bom nome para herdar o espólio do grupo arrudista.

Embora mais de duas décadas separem a trajetória dos dois postulantes ao Buriti, ambos exibem cabelos brancos e uma considerável vivência política no DF. Rollemberg iniciou a carreira no Legislativo como funcionário público pela influência do pai, Armando Leite Rollemberg, então deputado federal por Sergipe. Viria a ser eleito distrital pela primeira vez na condição de suplente, em 1994. Nas brechas abertas pelo titular Wasny de Roure (PT), o substituto se destacou à frente da CPI da Grilagem. Durante o mandato seguinte, já como deputado eleito, investiu na oposição a Gim Argello e sobressaiu mais uma vez. Em 2002, deu um passo político maior que a perna. Mesmo contra a vontade de alguns aliados, candidatou-se ao governo e perdeu. “Dizem que ele é meio teimoso, mas sou testemunha da sua capacidade de ouvir e debater”, diz o amigo e correligionário Marcelo Dourado, que, naquela ocasião, tinha sido contra a decisão do parceiro de três décadas. Além da temporada como distrital, Rollemberg soma certa experiência no Executivo. Foi secretário de Turismo no governo de Cristovam Buarque e de Inclusão Social no Ministério de Ciência e Tecnologia, então comandado por Eduardo Campos. Em 2010, o socialista emendou um mandato de deputado federal com o de senador. Pouco depois da vitória, na esteira da coligação com o PT, Rollemberg teve mais um rompante. De novo, vozes de aliados bradaram contra a decisão. “Conquistamos o governo com Agnelo, não era justo sair naquele momento”, considera Luís Otávio Neves. Atual secretário de Turismo, ele coordenou quatro campanhas de Rollemberg, mas hoje é politicamente rompido com ele.

Assim como seu adversário, Frejat pode ostentar experiência no Legislativo e no Executivo. Além de cinco mandatos na Câmara Federal, assumiu a Secretaria de Saúde em quatro momentos. Na primeira oportunidade, o governador ainda era o coronel Aimé Lamaison. Depois, fez uma longa parceria com o governo de Joaquim Roriz, que agora respalda sua candidatura. A vitrine da campanha de Frejat é a construção do sistema da rede pública de saúde no DF, que um dia já foi menos ruim. “Tudo estava por fazer, qualquer um teria se destacado”, diz a médica e ex-deputada Maninha. Presidente do sindicato dos médicos nos doze anos da gestão de Frejat, Maninha afirma que o ex-secretário enfrentou o maior número de greves na saúde por não saber dialogar. Quem trabalhou ao lado de Frejat considera a avaliação carregada de ranço. “Ele ouve a equipe, mas não foge à sua responsabilidade, algo típico na vida de um cirurgião, que precisa ser rápido nas decisões”, elogia seu ex-chefe de gabinete Esmaragdo Ramos. No fim do dia 26, saberemos se tem mais força o ímpeto do senador que abandonou o mandato pela metade ou a coragem do aposentado disposto a falar em nome de Arruda.

Rodrigo Rollemberg

Qual será a sua primeira medida tão logo se sente na cadeira de governador?

Vamos radicalizar na transparência. No segundo dia de gestão, vou criar um conselho de transparência, como o Contas Abertas. Abrirei a senha do orçamento para que todos os cidadãos acessem essas informações. Além disso, colocarei painéis na rodoviária para divulgar todos os contratos feitos pelo meu governo.

Como salvar o Estádio Nacional Mané Garrincha, que tem reunido público pouco expressivo em partidas de futebol e recebido shows apenas na área de estacionamento?

Vamos propor uma concessão de direito de uso do estádio, acompanhada por um conselho que garanta transparência das ações. Além do retorno financeiro, estaremos focados em viabilizar um conjunto de atividades culturais e esportivas que contribuam para o fomento do turismo na capital.

Basta chover uma vez para que diversos pontos da cidade fiquem intransitáveis. As inundações nas tesourinhas são um exemplo. O senhor se compromete a resolver esse problema?

Sim. Temos de fortalecer as empresas públicas, nesse caso a Novacap, para garantir que se façam manutenção e ampliação das galerias pluviais. Vamos garantir investimentos para reduzir esse desconforto.

Houve crescimento de 21% na frota de carros no DF durante os últimos quatro anos. Hoje, há um déficit de 30 000 vagas no Plano Piloto. Que medidas o senhor vai tomar para solucionar a desproporção entre estacionamentos e veículos no centro de Brasília?

Primeiro vamos melhorar o transporte coletivo, ampliando o número de ônibus e abrindo novos corredores para esses veículos. Também estudaremos a possibilidade de fazer PPPs para estacionamentos subterrâneos na área central, nos setores hoteleiro e comercial, desde que o poder público não precise entrar com recursos.

Uma investigação do Ministério Público apontou a existência de uma máfia de alvarás, cuja atuação abrange desde a construção de um quiosque até a de um shopping center. O senhor terá coragem de enfrentar esse esquema?

Não tenha dúvida. Temos a atitude para mudar. Vamos declarar guerra à burocracia e à corrupção, com a contratação de servidores técnicos e concursados para analisar os processos.

Circula na cidade um dossiê no qual seus adversários o acusam de beneficiar parentes e aliados com emendas parlamentares. Isso é verdade?

É um dossiê fajuto, preparado pelo ex-deputado Rogério Ulysses, expulso do PSB em decorrência da Caixa de Pandora. Esse material foi encaminhado ao Ministério Público há quatro anos, e nunca ocorreu nada porque são denúncias vazias.

O senhor mantém uma vaga congelada no Senado. Por que não abre mão desse cargo para que a Casa chame um concursado, já que se mostrou um defensor da seleção pública?

Minha posição é a de milhões de servidores federais, estaduais e municipais. Cumpro as prerrogativas da lei como qualquer parlamentar eleito que pode pedir licença do serviço público.

Por que acha que o seu correligionário Reguffe conquistou mais votos para o Senado do que o senhor para o governo?

Reguffe é uma pessoa de grande prestígio na cidade, fez um bom trabalho e tem méritos que devem ser reconhecidos, mas também enfrentou adversários mais fracos do que eu. É uma honra ser um aliado dele.

No primeiro turno, o senhor atacou pesadamente a gestão de Agnelo. Vai aceitar a aproximação de petistas que lhe declaram apoio?

Apontei o governo Agnelo como apagão de gestão. Vamos fazer um governo completamente diferente do dele. As pessoas que querem nos apoiar pelo nosso programa poderão vir, mas não trocarei apoio político por participação no governo.

O PSB do DF foi orientado a fazer palanque para Aécio. O senhor se sente confortável com a decisão do partido?

Defendi essa posição partidária por entender que, neste momento, o melhor para o fortalecimento da democracia é a alternância de poder.

Jofran Frejat

Qual será a sua primeira medida tão logo se sente na cadeira de governador?

Vou acabar com a Agefis, que hoje impede o crescimento do Distrito Federal. A fiscalização de irregularidades ficará a cargo das administrações. Novos concursados vão avaliar as características de cada cidade, já que uma não é igual a outra.

Como salvar o Estádio Nacional Mané Garrincha, que tem reunido público pouco expressivo em partidas de futebol e recebido shows apenas na área de estacionamento?

Estou estudando, junto com professores da UnB, formas de parcerias público-privadas para dar o melhor encaminhamento ao Mané Garrincha.

Basta chover uma vez para que diversos pontos da cidade fiquem intransitáveis. As inundações nas tesourinhas são um exemplo. O senhor se compromete a resolver esse problema?

Sim. Não tenho nenhum receio de fazer obras que não dão ibope. Não tenho preocupação em ser reeleito. A questão não é tão complicada. Quero fazer mudanças na parte pluvial e no saneamento. Existem 25 000 famílias sem sistema de esgoto aqui no DF. Isso é uma questão até de saúde pública.

Houve crescimento de 21% na frota de carros no DF durante os últimos quatro anos. Hoje, há um déficit de 30 000 vagas no Plano Piloto. Que medidas o senhor vai tomar para solucionar a desproporção entre estacionamentos e veículos no centro de Brasília?

Há cinco anos tínhamos 1 milhão de carros circulando. Hoje já são 1,5 milhão. Se não melhorarmos o serviço público de transporte, esta cidade vai ficar intransitável. Além disso, implantaremos sistema de cobrança, como a Zona Azul, e novos estacionamentos subterrâneos. Qualquer lugar tem. Paris tem.

Uma investigação do Ministério Público apontou a existência de uma máfia de alvarás, cuja atuação abrange desde a construção de um quiosque até a de um shopping center. O senhor terá coragem de enfrentar esse esquema?

Coragem é o que não me falta. Não tenho nem mais idade para ser covarde. Vamos definir sessenta dias para que alvarás sejam analisados. Os que não forem autorizados precisarão de justificativa, sempre respeitando o prazo máximo de dois meses para a análise.

O senhor usa a Saúde como sua principal vitrine. Acontece que a área nunca foi boa. Nem mesmo durante seus quatro mandatos como secretário da Pasta. O que vai mudar agora?

Na minha gestão, durante muitos anos fomos referência. Tivemos a menor mortalidade infantil do país, os maiores números de aleitamento materno. Nossos centros, nossos hospitais regionais e os agentes de saúde foram usados como exemplos pelo SUS. Muitos nos copiaram. A situação piorou depois.

No serviço público, a aposentadoria compulsória ocorre aos 70 anos. O senhor tem 77 e vai pegar um governo bem difícil pela frente. Acha que terá condições físicas?

Não duvide. Estou com a cabeça boa, tranquilo, em plena atividade. Tenho uma filha de 14 anos. Meu irmão tem 90 e está em ótima condição.

Qual será o poder de influência de Arruda, Gim Argello e Luiz Estevão em um eventual governo do senhor?

Quem me conhece sabe que só quem manda em mim é minha mulher, e em casa. Agora, Arruda fez um excelente governo, e vou ouvi-lo sempre que precisar de ajuda. Mas a decisão final é minha e não me meto em irregularidades.

É verdade que o senhor renunciaria para a sua vice, Flávia Arruda, assumir o governo?

Isso não tem fundamento, é a língua do povo. A esta altura da vida não vou fazer todo esse esforço para abrir mão depois. Sai dessa!

O senhor declarou um patrimônio de 7 milhões de reais. Não lhe parece desproporcional para quem diz ter dedicado a vida ao serviço público?

Não é incompatível, eu sempre tive consultório particular. Sou formado há 52 anos e, ao contrário de outros candidatos, declaro minha casa pelo preço que ela vale. Não escondo nada, nunca tive problema com a Receita Federal.

Saiba o que pensam os candidatos sobre outros temas em abr.ai/segundoturnodf

Fonte: Revista Veja Brasília por Lilian Tahan e Clara Becker.

Pitiman na campanha de Rollemberg

pitiman 45O ex-candidato a governador Luis Pitiman (PSDB) já está nas ruas acompanhando e pedindo votos para o candidato a governador Rodrigo Rollemberg (PSB). Hoje na caminhada em Ceilândia o deputado estava presente ao lado da equipe 40.

O PSDB entregou ontem o comitê de Aécio Neves no SIA ao candidato do PSB com direito a receber a chave das mãos de Luis Pitiman e do deputado eleito Raimundo Ribeiro. O partido fez nesta eleição 1 deputado federal e 1 deputado distrital, e corre atrás de eleger o presidenciável Aécio Neves 45.

Fonte: Cris Oliveira.

Eleições: Aécio Neves está 13 pontos à frente de Dilma Rousseff

Pesquisa ISTOÉ/Sensus mostra o candidato tucano com 56,4% das intenções de voto e a petista com 43,6%


Pesquisa ISTOÉ/Sensus realizada entre a terça-feira 14 e a sexta-feira 17 mostra a consolidação da liderança de Aécio Neves (PSDB) sobre a petista Dilma Rousseff no segundo turno da sucessão presidencial. De acordo com o levantamento, o tucano soma 56,4% dos votos válidos, contra 43,6% da presidenta.

Uma diferença de 12,8 pontos percentuais, que representa cerca de 19,5 milhões de votos. Se fossem considerados os votos totais, Aécio teria 49,7%; Dilma, 38,4%; e 12% dos eleitores ainda se manifestam indecisos ou dispostos a votar em branco. A pesquisa indica que nessa reta final da disputa os dois candidatos já são bastante conhecidos pelos eleitores. O índice de conhecimento de Dilma é de 94,4% e de Aécio, de 93,3%. “Com os candidatos mais conhecidos, a tendência é a de que o voto fique mais consolidado”, afirma Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus. O levantamento, que ouviu 2.000 eleitores de 24 Estados, revela também a liderança de Aécio Neves quando não é apresentado ao eleitor nenhum candidato. Trata-se da chamada resposta espontânea. Nesse quesito, o tucano foi citado por 48,7% dos entrevistados e a petista, que governa o País desde janeiro de 2011, por 37,8%.

Realizada em 136 municípios, a pesquisa ISTOÉ/Sensus também constatou que a campanha petista não conseguiu reduzir o índice de rejeição à candidata Dilma Rousseff. Quase metade do eleitorado, 45,4%, afirma que não admite votar na presidenta de maneira alguma. Com relação ao tucano, segundo o levantamento, a rejeição é de 29,9%. “Isso significa que a margem de crescimento da candidata Dilma é menor do que a de Aécio”, avalia Guedes. Os números mostram, segundo a pesquisa, uma forte migração para o senador tucano dos votos que foram dados a Marina Silva (PSB) no primeiro turno. “Hoje estamos juntos em torno de um programa para mudar o Brasil”, disse Marina na sexta-feira 17, ao se encontrar com Aécio em evento público na zona oeste de São Paulo.

Desde 1989, quando o Brasil voltou a eleger diretamente o presidente da República, é a primeira vez que um candidato que terminou o primeiro turno em segundo lugar começa a última etapa da disputa na liderança. A pesquisa ISTOÉ/Sensus divulgada no sábado 11 já apontava esse movimento, quando revelou que Aécio estava com 52,4% das intenções de voto. Na última semana, os levantamentos que são feitos diariamente pelo comando das duas campanhas também mostraram a liderança de Aécio. É com base nessas consultas que tanto o PT como o PSDB planejam a última semana de campanha. E tudo indica que o tom será cada vez mais quente. No PT há uma divisão. Um grupo sustenta que a campanha deve aumentar o tom dos ataques contra Aécio e outro avalia que a presidenta deva imprimir um ritmo mais propositivo à campanha. O mais provável, no entanto, é que a campanha de Dilma continue a jogar pesado contra o tucano. Segundo Humberto Costa, líder do PT no Senado, o partido vai insistir na tese de que é necessário “desconstruir a candidatura tucana”. “Não basta ficar defendendo nosso governo”, disse o senador na sexta-feira 17. Claro, trata-se de um indicativo de que a campanha de Dilma vai continuar usando do terrorismo eleitoral. “Se deu certo contra Marina, deverá dar certo contra Aécio”, afirmou Costa.

 

No QG dos tucanos, a ordem é não deixar nada sem resposta e continuar mostrando ao eleitor os inúmeros casos de corrupção que marcam as gestões petistas, particularmente os quatro anos do governo de Dilma. “Não podemos nos colocar como vítimas. O que precisamos é mostrar nossas propostas, mas em nenhum momento deixar de nos defender com veemência das armações feitas pelos adversários”, disse um dos coordenadores da campanha de Aécio Neves. “Marina tentou apenas fazer a campanha propositiva e acabou atropelada pela máquina de calúnias do PT.” Nessa última semana de campanha, Aécio vai intensificar a agenda em Minas e no Nordeste, principalmente na Bahia, em Pernambuco e no Ceará. Não está descartada a possibilidade de que os nomes de novos ministros venham a ser divulgados pelo candidato.

Fonte: Revista ISTOÉ.

Sonhando com o exílio 'Dilma Rousseff & João Santana'

Entre seus amigos, a ameaça não é levada a sério. Mas, o marqueteiro da presidente Dilma Rousseff, João Santana tem dito que anda cansado de tantas batalhas eleitorais em tantos países e fala que após reeleger a presidente Dilma começará a considerar verdadeiramente a cuidar mais da família e a se aposentar.

Esse discurso, segundo quem convive de perto com Santana, é apenas história de trancoso. Não deve ser considerada. Essa tensão de uma disputa presidencial o mantém vivo.

O marqueteiro de Dilma gosta desse mundo e se renova no confronto ao se sentir desafiado, como agora, fazendo Dilma superar o tucano Aécio Neves no segundo turno.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Armadilha eleitoral 'Eunício Oliveira & Dilma Rousseff'


Ao comparecer a um evento de sindicalistas em São Paulo na tarde da última quarta (15), a presidente Dilma Rousseff não parou de tirar fotos um só instante. Era selfie para cá e para lá.

Nesse embalo, um grupo de sindicalistas do Ceará se aproximou e posou ao lado de Dilma com uma bandeira do candidato do PMDB, senador Eunício Oliveira. A presidente não se recusou a segurar a bandeira além de elogiar Eunício. 

Tão logo o selfie ficou pronto, a campanha de Eunício tratou de espalhar a foto em todo o Ceará. Temendo entrar em conflito com o governador Cid Gomes, a equipe de Dilma foi rápida. Entrou no facebook do candidato Camilo Santana e compartilhou uma foto dele defendendo o voto no 13.

Como se percebe, no Ceará, nem Dilma nem Lula vão por os pés. E a disputa está empatada de acordo com os dois principais institutos do Brasil: IBOPE e Datafolha. Com a subida de Aécio Neves, o tucano Tarso Jereissati deve criar palanque em algumas cidades onde Aécio vai pedir voto para Eunicio.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Com prestígio Luís Antônio Pezão'

O candidato peemedebista ao Palácio da Guanabara, Luís Antônio Pezão, vai ser um protagonista de um papel que não esperava, o de estrela na corrida presidencial.

Pezão que foi para o segundo turno contra Marcelo Crivella lidera com folga as intenções de votos dos cariocas, devendo permanecer a frente do governo do estado. Para melhorar, será cobiçado anfitrião dos dois presidenciáveis Dilma e Aécio que necessitam dos votos do terceiro colégio eleitoral do país.

Até meados de junho o peemedebista não imaginava que chegaria ao final da corrida tão prestigiado e seja quem for o morador do Palácio da Alvorada, o Rio de Janeiro segue com a boa vontade presidencial.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.